domingo, 15 de janeiro de 2012

18 de janeiro de 2012: o dia em que a internet vai parar


 Para quem não sabe, SOPA significa Stop Online Piracy Act (Decreto pela Paralisação da Pirataria Online). Trata-se de uma comissão de apoio a uma nova lei que pode vir a ser aprovada nos Estados Unidos, visando fechar o cerco contra a pirataria.

O problema é que os termos da lei dão margens para muitas interpretações, sendo que os autores da lei pedem, inclusive, o poder de tirar sites do ar. Outro termo bastante controverso é a responsabilização dos serviços por quebra de direitos autorais dos usuários. Por exemplo: se você postar um link de pirataria no Facebook, a culpa será da rede social.

Como forma de protesto contra a lei, vários sites estão planejando um blackout na internet para o próximo dia 18 (quarta-feira). Isso significa que vários sites podem desligar seus servidores e interromper completamente a disponibilização de suas páginas.

Alguns sites já confirmaram a paralização. O Reddit afirmou que no dia 18 deixará apenas uma mensagem na página inicial, revelando aos leitores por quais motivos a SOPA pode acabar com o serviço. Há grandes chances de a Wikipédia seguir o mesmo caminho e desativar os servidores na data marcada.

Outros sites que estariam interessados em aderir ao blackout seriam as redes sociais Facebook e Twitter, que contam com milhões de usuários e não querem que as ações deles sejam motivo para processos judiciais por direitos autorais. Até mesmo o Google está na lista de prováveis paralisadores.


Fonte

Invente um tricorder a ganhe 10 milhões de dólares


A Qualcom e a X Prixe Foundation fizeram uma parceria para tentar desenvolver o famoso tricorder, da série de ficção Star Trek – Jornada nas Estrelas, um dispositivo móvel que pode diagnosticar pacientes em qualquer lugar de maneira rápida e eficiente. Você acha que conseguiria transformar esse equipamento ficcional em realidade? Quem conseguir isso vai receber uma bolada de nada menos do que 10 milhões de dólares. 

Ganha o prêmio quem conseguir criar um tricorder que permita que qualquer pessoa possa diagnosticar com precisão o que ela tem, sem ir a um médico ou hospital, e que seja fácil e divertido de usar.

Essa é uma invenção de ficção científica que sem dúvidas seria muito útil na vida real. Mas será que o tricorder realmente existirá no futuro? Vamos ter que esperar para ver as invenções dos geeks que vão tentar ficar milionários!

A X Prixe Foundation, que está organizando a façanha, é uma organização não governamental que cria desafios para tentar resolver alguns dos problemas do planeta. Conheça mais sobre essa fundação aqui.

Fonte
Foto

sábado, 7 de janeiro de 2012

iPhone 4S consome duas vezes mais dados que modelo anterior

Assistente pessoal "Siri" e serviços on-line são causa, diz pesquisa. Usuários do modelo transferem três vezes mais dados que os do iPhone 3G.

O novo iPhone 4S, lançado em outubro, consome, em média, duas vezes mais dados que o modelo anterior e ainda mais que o tablet iPad, pelo uso crescente de serviços on-line como o software de voz "Siri", conforme estudo divulgado nesta sexta-feira (6).

Os usuários do iPhone 4S transferem, em média, três vezes mais dados que os do iPhone 3G, modelo anterior usado como referência em um estudo pela Arieso, companhia de tecnologia de redes.

O consumo de dados do modelo anterior, o iPhone 4, era apenas 1,6 vez superior ao do iPhone 3G, enquanto o tablet iPad 2 consome cerca de 2,5 vezes mais dados que o iPhone 3G, segundo o estudo.

A atual geração de smartphones tem maiores exigências de banda às operadoras de telefonia móvel, em função da oferta de aplicativos mais desenvolvidos e do uso mais intenso de vídeo.

O aumento acentuado no consumo de dados coloca mais pressão sobre as operadoras de telefonia móvel para que acelerem investimentos na ampliação de capacidade de redes, considerando que já enfrentam congestionamento em função da demanda ampliada por serviços móveis de dados.

O consumo de dados de um celular inteligente depende do que o usuário solicita do aparelho.

O iPhone 4S é apontado como um modelo de alto consumo de dados em função do sistema "Siri", software de voz bastante elogiado.

"Uso o iPhone 4 e, quando ouvi falar inicialmente dos recursos do 4S, não me convenci a correr para comprá-lo. Mas os números sobre consumo de dados que tenho visto me fazem supor que esteja perdendo alguma coisa", disse Michael Flanagan, vice-presidente de tecnologia da Arieso.

Segundo ele, os tablets usam interfaces e plataformas de software parecidas com as de um celular inteligente e, por isso, seu consumo de dados se assemelha ao dos smartphones mais sofisticados.

"Um tablet continua a parecer um celular inteligente aumentado", acrescentou Flanagan.

Fonte 

domingo, 18 de dezembro de 2011

Sucessor do PSP, PlayStation Vita chega ao mercado japonês

Aparelho começou a ser vendido neste sábado, em Tóquio. Versões custam US$ 383 (3G e wi-fi) e US$ 318 (só com wi-fi).

O novo console portátil da Sony, o PlayStation Vita, sucessor do PSP, chegou neste sábado (17) às lojas do Japão, onde em plena temporada de compras natalinas concorrerá com o Nintendo 3DS.

No começo da manhã, mais de 100 pessoas faziam fila em frente a um dos estabelecimentos do bairro de Shibuya, em Tóquio, que marcou o lançamento do console com uma cerimônia na qual esteve presente o vice-presidente da Sony, Kazuo Hirai.

Também compareceu ao evento Andrew House, responsável da Sony Computer Entertainment, a divisão de videogames do grupo, que destacou a capacidade do novo PS Vita para "unir as pessoas em rede através da experiência do jogo".

Com uma tela touchscreen frontal de cinco polegadas e um painel traseiro também tátil, o PS Vita foi lançado no mercado japonês em duas versões: uma com conexão 3G e wi-fi por 29.980 ienes (US$ 383) e outra só com wi-fi por 24.980 ienes (US$ 318).

O novo console conta com dois controles analógicos, sensores de movimento, câmeras traseira e dianteira e a conectividade como um de seus principais destaques, ao permitir ao usuário interagir com jogos em PS3 e baixar aplicativos de redes sociais como Facebook e Twitter.

Consumidores mostram os aparelhos PlayStation Vita adquirido no primeiro dia de vendas do portátil no Japão. (Foto: Kyodo News / AP Photo)

O dispositivo, que também pode ser utilizado para reproduzir música e vídeos e tirar fotografias, chegará aos mercados da Europa e dos Estados Unidos em 22 de fevereiro.

No Japão, desembarcou neste sábado acompanhado de 24 novos títulos, entre eles "Uncharted: Golden Abyss", "Dark Quest" e "Disgaea 3".

O lançamento do PS Vita intensificará a rivalidade no mercado japonês de videogames, após a divulgação feita durante esta semana que as vendas globais do Nintendo 3DS já ultrapassaram três milhões de unidades desde que chegou às lojas, em fevereiro.

Por enquanto, o grupo japonês não divulgou seu objetivo de vendas para o PS Vita, mas anunciou que as reservas do dispositivo no Japão se esgotaram em pouco tempo.

O herdeiro do PSP (que desde seu lançamento, no final de 2004, vendeu 73 milhões de unidades) é a grande aposta da Sony para avançar no disputado terreno do lazer portátil, no qual entraram com força os smartphones e dispositivos como o iPad, da Apple.

No ano fiscal de 2010, a Sony perdeu cerca de US$ 3,328 bilhões, e neste ano, que termina em março de 2012, deverá ter prejuízo de US$ 1,157 bilhão.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Fabricante estuda produzir tablet popular de R$ 100 no Brasil

DataWind criou linha de produção na Índia para vender gadgets baratos. Segundo presidente da empresa, países como Brasil mostraram interesse.

Suneet Singh Tuli é o presidente
da DataWind (Foto: Divulgação)

Um tablet de R$ 100 pode ser produzido no Brasil. A fabricante DataWind estuda estabelecer uma produção local para o chamado UbiSlate, vendido na Índia por R$ 104 (3 mil rupias indianas). “Para lidar com os impostos do país, estamos pensando em produzir o aparelho localmente”, afirmou Suneet Singh Tuli, presidente da DataWind, em entrevista por e-mail ao G1.

Em outubro, a Índia distribuiu gratuitamente 100 mil UbiSlates aos estudantes – chamado de “Aakash” pelo governo. Outras 10 milhões de unidades serão comercializadas para a educação pelo preço subsidiado de R$ 60. Para conseguir um preço tão baixo, a DataWind criou uma linha de produção apenas para o tablet na Índia.

Tuli disse que o governo brasileiro também mostrou interesse em fazer um programa semelhante. “Como outros governos ao redor do mundo, o interesse do Brasil é criar uma produção local e proporcionar dispositivos de baixo custo para os estudantes”, afirmou. Outros países interessados são: Tailândia, Turquia, Egito, Sri Lanka, Trinidad e Tobago e Panamá.

“Com as 900 milhões de linhas de celular que existem na Índia, acreditamos que há pessoas suficientes com acesso a redes móveis e eletricidade que podem pagar por dispositivos com preço de celular”, disse Tuli. “Então, sentimos que a última peça que falta no quebra-cabeça são dispositivos de baixo custo. Fornecendo tablets com preços na faixa da maioria dos celulares, vamos quebrar a barreira do custo”, afirmou Tuli.
O G1 entrou em contato com o Ministério da Educação no Brasil, que confirmou que o governo estuda levar tablets aos alunos, com base no programa “Computador para Todos”. Porém, o governo não confirmou o contato com a DataWind. "O edital para aquisição de tablets, bem como o projeto pedagógico da ação, ainda estão em estudo no Ministério da Educação e no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE)”, respondeu a assessoria do órgão.

Aparelhos baratos
Na Índia, a DataWind ganhou uma licitação para fabricar 100 mil tablets para o governo. “Tínhamos um produto que correspondia às especificações exigidas. Era uma licitação pública, e empresas de todo o mundo foram convidadas. Nós ganhamos por termos o lance de menor custo”, explicou Tuli.

Estudantes indianos mostram os tablets oferecidos pelo governo da Índia (Foto: Gurinder Osan/AP)


 Para desenvolver dispositivos tão baratos, a empresa possui uma tecnologia que desloca o poder de processamento e a memória dos aparelhos para servidores nas “nuvens”. “Nossos anos de experiência na fabricação e desenvolvimento de produtos nos permite ter custos menores que a maioria dos fabricantes chineses”, diz Tuli. “Não estamos limitados apenas às margens de lucro do aparelho. Também focamos lucrar com o sistema operacional”.

Fundada em 2000, a DataWind desenvolveu uma plataforma de acesso à internet muita avançada, conforme Tuli. “A empresa se concentra em fornecer dispositivos de baixo custo e acesso à internet para acabar com a exclusão digital”. A companhia tem escritório em Amritsar, Londres, Montreal, Dallas e Nova Déli.

Tablet com Android
O tablet desenvolvido pela DataWind tem tela de 7 polegadas e roda o sistema operacional Android 2.2, do Google. Em novembro, a DataWind começou a oferecer a versão comercial do tablet, por cerca de R$ 104. Tuli afirmou ao jornal “Times of India” que o aparelho já recebeu mais de 300 mil encomendas.

A diferença de preço entre o Aakash e o UbiSlate, segundo a companhia, é que o produto para o varejo vai incluir um modem que permitirá usar o aparelho como celular e acessar a internet de qualquer lugar. O tablet tem ainda conexão wi-fi, suporte para modem 3G e conta com duas portas USB.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Companhia norueguesa cria computador ultraportátil do tamanho de um pen drive

A portabilidade não é só uma tendência, mas também uma realidade na computação atual. Laptops, tablets, netbooks... Cada vez mais os usuários querem dispositivos potentes e compactos. Mas uma empresa da Noruega levou este conceito a um nível totalmente diferente: a FXI Technologies lançou um computador do tamanho de um pen drive.
Cotton Candy. (Foto: Reprodução/ The Verge)
É isso mesmo. O Cotton Candy tem todo o hardware necessário para um PC funcionar, porém com dimensões muito inferiores a qualquer outra CPU já vista. E, como tamanho não é documento, suas especificações não deixam nada a desejar.

O processador, por exemplo, é o mesmo do Samsung Galaxy SII, o ARM Cortex 1.2 GHz, quad-core que é capaz de processar vídeo em até 1080p. Além disso, o minipc tem 1 GB de memória RAM, porta USB, conexão HDMI e ainda slot microSD para cartões de memória. Outro ponto positivo: conexões Bluetooth e Wi-Fi são suportadas. Não há um sistema operacional definido, já que o PC pode rodar diversos deles, mas em sua primeira demonstração feita pelos noruegueses, o Android 2.3 estava instalado.
E engana-se quem pensa que o produto serve “apenas” como um computador para ser ligado a um monitor. Segundo os desenvolvedores do projeto, esta é uma ótima alternativa também para quem já tem um laptop, por exemplo, mas precisa de mais memória, outros tipos de conexões ou até mesmo quer utilizar um sistema operacional diferente na sua máquina.




Fonte

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Bateria “furada” dura mais e recarrega mais rápido


Em uma época onde muita gente não vive mais sem laptops e celulares, há quem pode se impacientar com as propriedades energéticas dessa tecnologia. As baterias ainda não se carregam tão rapidamente e não duram tanto quanto alguns consumidores gostariam. Mas cientistas americanos parecem ter achado uma solução para esse problema.

Pesquisadores da Universidade do Noroeste (em Chicago, Illinois), nos EUA, estão desenvolvendo um novo tipo de bateria. Essa novidade não leva, na realidade, nenhuma grande mudança em relação às tradicionais. Elas apenas são cheias de minúsculos furinhos, que aumentam a “oxigenação interna” da bateria.
 
As baterias que existem no mercado, atualmente, têm sua carga feita basicamente à base de íons de lítio. A duração e a velocidade de recarga das baterias dependem da capacidade destes íons interagirem e se movimentarem dentro da bateria. Os cientistas partiram do princípio básico de que esses íons, se fossem acelerados, permitiriam ampliação da qualidade das baterias.

E funcionou. Enquanto uma bateria normal de um telefone celular moderno, por exemplo, não dura mais de uma semana, essa “super-bateria” criada pelos cientistas foi capaz de recarregar dez vezes mais rápido, e a carga durou dez vezes mais.

Essa bateria super ionizada também é mais resistente a se “viciar”. Mesmo depois de 150 recargas, conforme testes dos pesquisadores, ela continuava sendo cinco vezes mais eficiente que o produto original. E quando teremos essa novidade disponível no mercado? De acordo com a estimativa dos cientistas, daqui a cerca de cinco anos. Ainda é necessário fazer experimentos com o dispositivo.